Durante sua orientação anual no Stortinget- o Parlamento da Noruega, o Ministro das Relações Extériores, Jonas Gahr Støre, pediu força à colaboração internacional.
06/06/2006:: Pontos mais importantes da orientação:
Oriente Médio:
- “A grande maioria não quer violência nem confrontos. A situação no Oriente Médio, especialmente no conflito entre os palestinos e israelenses, nos exige uma política prudente, vontade para negociações e responsabilidade comum. Eu notei, pelas várias declarações de líderes políticos e religiosos, que o uso da violência está sendo denunciado e também a importância de mostrar respeito por todas as religiões está sendo enfatizada.”
Nações Unidas:
- A Noruega impulsionará um mundo mais justo e solidário. O meio mais importante será uma organização mais fortalecida, refomarda e interina, e instituções multilaterais mais fortes. Levando em conta o nosso papel histórico, temos a responsabilidade de contribuir para que os nossos próximos que vivem na pobreza, conflitos armados e em perigo tenham esperança e um futuro com desenvolimento.”
Escandinávia e Rússia:
- “A nossa ambição será possuir os melhores conhecimentos sobre todos os desafios e oportunidades no norte do país como a pesca, energia, meio ambiente e clima, Direto Marítimo, política ecológica, direitos indígenas e colaboração cultural. A relação diplomática entre a Noruega e a Rússia tem se desevolvido mais forte e mais extensa do que nunca. Estou satisfeito por conta do diálogo positivo entre o nosso país e a Rússia. Os encontros entre os representantes dos dois países também estão mais frequentes do que nunca. O governo está desenvolvendo uma programa de ação de nossas relações com a Rússia, e o objetivo será publicá-lo durante a visita do Primeiro-Ministro Fradkovs à Noruega em março.
África:
- “Durante os próximos meses, o governo convocará ONGs norueguesas para discutir idéias sobre as prioridades das políticas exteriores norueguesas na África.”
Europa:
- “Durante a primavera a Noruega divulgará um programa de ação para uma política mais ativa, distinta e clara na Europa. A estratégia conterá três componentes principais: as prioridades dos vários politicos; a contribuição para que as nossas ações politicas sejam mais harmônicas, concentradas e que as possiblidades e a influência política que temos na Europa sejam melhor aproveitadas. Devemos dar importância à administração de nossas obrigações de forma construtiva .”
Ministério das Relações Exteriores