"-Um equilíbrio maior entre os sexos irá assegurar uma melhor utilização das qualificações femininas, que por sua vez irão resultar em uma melhor estratégia de tomada de decisões e ressaltar a rentabilidade", afirma o governo norueguês. Assim, a lei requer que muitas corporações norueguesas tenham no mínimo 40% de mulheres em seus conselhos.
9/8/2006 :: A Secretária de Estado do Ministério do Comércio e Indústria da Noruega, Karin Yrvin, está satisfeita com os progressos desde que fez efeito a mudança na lei de 2004 relacionada às regras para a composição dos conselhos em empresas norueguesas públicas limitadas. Com as eleições para o conselho de 2006, há agora 100 novas mulheres no grupo. "-É realmente muito gratificante ter mais 100 mulheres nos conselhos das empresas depois das eleições desse ano. Estamos indo na direção correta, mas os comitês de eleição estarão ocupados a frente das reuniões gerais do ano que vem. Temos um longo caminho a percorrer antes de alcançarmos a meta de 40 por cento de mulheres nos conselhos.", diz Karin Yrvin.
Desde 1° de janeiro de 2004, as regras para a composição dos conselhos em empresas públicas limitadas mudou. Entre os membros deve-se ter pelo menos uma parte de cada sexo, aproximadamente 40%. O sistema de cota de gêneros foi implementado em 1° de janeiro de 2006. As novas corporações têm que preencher os requerimentos desde o primeiro dia, enquanto aquelas fundadas antes da lei mudar têm 2 anos para atingir a marca dos 40 por cento.
Hoje, aproximadamente 30% das empresas públicas limitadas preencheram as estipulações, e ainda faltam 545 mulheres para atingir a meta. No entanto, a porcentagem de empresas sem mulheres nos conselhos diminuiu desde o ano passado. Informações da Statistics Norway mostram que os membros femininos eleitos dos conselhos são ainda mais jovens e mais bem educadas do que seus colegas homens.
Norwegian Ministry of Trade and Industry